martes, 7 de julio de 2009

BRASIL VAI A CUBA - BENS DE CAPITAL

Brasil vai a Cuba identificar oportunidades de investimento
06/07/2009

Empresários brasileiros chegam hoje (6/7) à capital Havana para identificar oportunidades de negócios com empresas cubanas de capital estatal. Serão doze empresas brasileiras, de diferentes setores, que buscarão essas parcerias. Entre eles estão os de energia, construção, alimentos, siderúrgico e medicamentos.
A missão articulada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), e liderada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), faz parte da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) lançada pelo Governo Federal no ano passado, que trata, entre outros temas, da questão de integração produtiva com a América Latina e Caribe.
Nos dias 6 e 7, o presidente da ABDI, Reginaldo Arcuri, realizará encontros com empresas brasileiras e cubanas de atividades afins, para discutir os interesses de parcerias. Segundo Arcuri, nestes encontros as empresas identificarão potenciais trabalhos conjuntos. “As parcerias podem acontecer de diversas formas: investimento, cooperação, troca de tecnologia, de conhecimento. São várias as possibilidades. O que importa é conseguirmos fomentar a integração produtiva entre os dois países”, afirma o presidente.
Nos dias 8 e 9, o ministro do MDIC, Miguel Jorge, se reunirá com ministros cubanos das áreas de Energia, Comércio, Comércio Exterior e Investimento Estrangeiros, Indústria Básica, Sideromecânica, Alimentícia, Informática e Comunicações e Agricultura, dando seqüência ao trabalho de promoção de parceria entre as empresas brasileiras e cubanas. O objetivo da viagem é promover o aumento do comércio bilateral e dos investimentos brasileiros no país. utras informações:
Cuba, que inicialmente dependia do turismo, da exportação de charutos e de níquel para sobreviver, desenvolveu um vigoroso setor de saúde capaz de alavancar a economia da ilha.
Desde 2004, a economia cubana têm crescido a taxas muito superiores à média da América Latina. O PIB do país cresceu 11,1% em 2006 e 7,3% em 2007. No entanto, a devastação causada pelos furações Gustav e Ike, que atingiram a Ilha em setembro de 2008, teve relação direta com o baixo crescimento econômico de 2008: 4,3%.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social ABDI
61 3962-8700
Marcia Oleskovicz / Maruska Freitas / Mécia Menescal / Bianca Smolarek
mecia.menescal@abdi.com.br / imprensa_abdi@abdi.com.br

lunes, 29 de junio de 2009

MINERALMAQ maquinas para mineracao

Aplicações em Mineração:

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Jigues Mesas de Concentração, Peneiras Vibratórias,Elevadores Vibratórios
Transportadores Vibratórios ,Almentadores Vibratórios,Transportadores de Rosca
Tromels,Quarteadores de Precisão,Separadores Eletromagnéticos,Separadores Eletrostáticos ,Misturadores,Agitadores ,Moinho de Martelo ,Desmonte Hidraúlico
Hidrociclones ,Células de Flotação,Granuladores,Projetos Especiais Jigs
Concentrating Tables ,Vibrating Screens,Vibratory Elevators,Vibratory Conveyours
Vibratory Feeders ,Screw Conveyours,rommels,recisions Sample Splitters
Electromagnetics Separators,Eletrostatics Separators,Mixers,Agitators,Hammer Mills
High Pressure Monitor ,Hydrocyclones,Flotation ,lls,Granulators,Special,chines/Equipments

viernes, 1 de mayo de 2009

ZPES MEDIDA PROVISORIA

RORAIMA y MP 418- Zpes
RORAIMA- As regras para as ZPEs MEDIDA PROVISORIA 418 , Lei n.11508
A Medida Provisória (MP) nº 418, publicada na sexta-feira, deixa claro os novos critérios que o governo terá de seguir para autorizar a criação das Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs), áreas industriais que gozam de benefícios tributários para abrigar empresas exportadoras. As ZPEs só serão autorizadas em regiões com vocação para exportar. Além disso, as empresas que nelas se instalarem terão de seguir as diretrizes da política econômica. Sua produção deverá se adaptar às linhas principais das políticas industrial - que o governo promete anunciar em breve -, tecnológica e de comércio exterior.A edição da MP 418 era aguardada desde julho, quando, após negociações com as lideranças no Congresso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com 18 vetos, o projeto que fora aprovado pelo Senado dias antes. O projeto modifica as regras para a criação e o funcionamento das ZPEs e se transformou na Lei nº 11.508.Os vetos, segundo o governo, foram necessários porque o texto originário do Congresso - o Senado aceitou sem mudanças a versão aprovada em março do ano passado pela Câmara, para evitar mais atrasos no exame da matéria, que começou a tramitar em 1996 - continha determinações que conflitavam com as normas tributárias e cambiais que regem o comércio internacional. O Executivo comprometeu-se a restabelecer, por medida provisória, regras do texto original que tiveram de ser vetadas por imprecisão ou impropriedade, eliminando-se, desse modo, pontos que poderiam gerar problemas na OMC.Assim, por exemplo, ao tratar dos benefícios tributários para as empresas instaladas nas ZPEs, a MP substituiu a expressão “isenção” do texto aprovado pelo Congresso, e que poderia resultar em contestações na OMC, por “suspensão da exigência” da cobrança de vários impostos e contribuições.Os benefícios fiscais para as ZPEs, porém, continuam rigorosamente iguais aos do projeto vetado. Os tributos que as empresas das ZPEs não precisarão recolher são: Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Cofins, inclusive a devida pelo importador de bens ou serviços do exterior, PIS/Pasep e Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante. As ZPEs que se instalarem nas áreas da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e da recriada Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) estarão livres também do Imposto de Renda.A MP manteve a possibilidade de as empresas instaladas em ZPEs venderem até 20% de sua produção no mercado interno. Nesse caso, porém, o fabricante terá de pagar todos os impostos que não recolheu na aquisição de insumos e componentes dentro e fora do País.Mas isso pode ser mudado pelo Conselho Nacional das ZPEs, que será presidido pelo ministro do Desenvolvimento e cujos membros serão nomeados pelo presidente da República. O Conselho fiscalizará o funcionamento dessas áreas especiais e poderá determinar que uma empresa exporte mais do que os 80% de sua produção estabelecidos como regra, caso considere que sua atuação tem “impacto negativo” sobre a indústria nacional.O presidente da Associação Brasileira de ZPEs, Helson Braga, queria a preservação integral do texto do Congresso, mas se considera “quase satisfeito” com o texto da MP 418. “Já dá para começar o jogo”, diz. Mas anuncia que as correções que julgar necessárias “faremos no Congresso”. Ou seja, na discussão e votação da MP podem surgir novas alterações.Os críticos das ZPEs dizem que elas distorcem a concorrência e, por causa da abertura do comércio mundial, já não produzem os resultados que produziam há duas décadas, quando foram intensamente utilizadas pelos países asiáticos. Para os críticos, o melhor caminho para aumentar as exportações e apoiar o desenvolvimento de regiões carentes é criar o ambiente econômico adequado para isso, com infra-estrutura melhor e redução dos ônus para a produção, por meio de novo sistema de tributos e nova legislação trabalhista.

FABRICANTES DE TRATORES E COHEITADEIRAS

miércoles 29 de abril de 2009
GRANDES FABRICANTES DE TRATORES E COLHEITADEIRAS
Quatro grandes produtores confirmam retorno
RIBEIRÃO PRETO (SP), 28 de abril de 2009 - Os quatro grandes produtores de tratores e colheitadeiras - Case, New Holand, John Deere e Agco (Massey Ferguson e Valtra) - confirmaram que voltarão a participar da Agrishow no ano que vem. A informação é de Juan Pablo De Vera, presidente da Reed Alcantara, organizadora e promotora do evento.
Segundo De Vera, houve algum desconforto entre os realizadores quando esses grandes produtores, filiados à Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), anunciaram em conjunto, no ano passado, que não participariam da Agrishow 2009.
É óbvio que o retorno deles trouxe grande alívio aos donos da feira: a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), a Abag (Associação Brasileira de Agribusiness), a Anda (Associação Nacional para Difusão de Adubos) e a SRB (Sociedade Rural Brasileira).
Em sua 16a edição, a Agrishow reúne, até 2 de maio, em Ribeirão Preto, 700 expositores de máquinas e implementos agrícolas.
(Edson Álvares da Costa - GazetaMercantil)
Publicado por noticiascavenbra.blogspot.com en 18:

EL SISTEMA FERROVIARIO DE BRASIL

El Sistema Ferroviario de Brasil
O renascimento ferroviário | 23.12.2008
Depois de mais de quatro décadas de estagnação, a malha de trilhos do país volta a crescer e pode até dobrar de tamanho nos próximos anos.
Washington Alves/Light Press/AE Composição de carga em Minas Gerais: o governo tem planos de estender a malha nacional para 50 000 quilômetros até 2025PublicidadePor Tatiana Uemura
Revista EXAME Um fato é o suficiente para demonstrar o desastre absoluto da política brasileira para as ferrovias: da década de 60 até hoje, a malha nacional de trilhos não cresceu; pelo contrário, só diminuiu. Isso mesmo. É algo tão impressionante que vale a pena repetir a informação: em mais de 40 anos, o sistema não avançou um milímetro sequer. Por falta de manutenção, a rede, que chegou a ter 37 000 quilômetros de extensão, encolheu para os atuais 29 800 quilômetros, malha quase igual à da França, país que tem dimensão territorial do tamanho da soma das áreas dos estados de São Paulo e Paraná. A situação desse setor por aqui ganhou um alento com as privatizações realizadas pelo governo ao final da década de 90. Hoje, mais de 90% da rede é administrada por empresas privadas. Num primeiro momento, as companhias que receberam concessões tiveram de gastar um bom dinheiro recuperando trilhos enferrujados, pontes apodrecidas e locomotivas sucateadas, entre outros problemas. Encerrada essa etapa, os investimentos finalmente passaram a ser canalizados para executar melhorias na rede. O resultado disso é que ela voltará a crescer nos próximos anos, depois de um longo período de estagnação.
Caso sejam executados todos os projetos que têm como objetivo promover o renascimento ferroviário, a malha do país deve quase dobrar nos próximos anos. Com as obras incluídas no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), a rede deve chegar a 31 500 quilômetros até 2015. Para isso, serão necessários investimentos de 7 bilhões de reais, o equivalente a 13,5% dos recursos do PAC destinados à área de infra-estrutura. O Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), criado pelo Ministério dos Transportes, vai mais longe: quer incluir na rede quase 20 000 quilômetros de novos trilhos até 2025 e chegar, assim, a uma configuração de aproximadamente 50 000 quilômetros. Nesse cenário, a participação ferroviária no sistema de transporte nacional aumentaria dos atuais 25% para 35% no período.

No pacote de projetos em andamento no país, a ferrovia Norte–Sul é a grande aposta do setor. Seus 2 258 quilômetros vão cruzar os estados de Goiás, Maranhão, Pará, Tocantins, Mato Grosso do Sul e São Paulo, abrindo um novo caminho para o escoamento de produtos por ferrovia aos portos do Norte e do Nordeste do país. Alguns trechos já estão prontos e o projeto deve estar totalmente concluído até 2011, com investimento de 6,4 bilhões de reais. "A Norte–Sul é uma solução para o agronegócio, porque enviar a produção de grãos por rodovia se tornou antieconômico", diz Luis Fayet, consultor da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Outra grande obra, a Nova Transnordestina segue num ritmo um pouco mais lento por causa de atrasos com desapropriações e licenças ambientais. Em razão disso, a previsão é que ela fique pronta somente em meados de 2011, em vez de 2010, conforme previsão original. Com investimento de 4,5 bilhões de reais, a ferrovia de 1 860 quilômetros ligará o interior nordestino aos portos de Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco.

A movimentação do setor também inclui o transporte de passageiros, com projetos metroferroviários que visam melhorar a infra-estrutura para a realização da Copa do Mundo do Brasil em 2014. O mais importante é o trem de alta velocidade entre Rio de Janeiro e Campinas, um projeto bilionário que atraiu o interesse de grupos de Japão, Coréia do Sul, Itália, Espanha e França. O trajeto ainda não está definido, mas a princípio interligaria os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, de Guarulhos e de Viracopos, ambos em São Paulo, com viagem de 1 hora e meia a 2 horas, a uma velocidade média de 200 quilômetros por hora. O leilão de concessão está previsto para 2009, mas a crise financeira mundial pode atrapalhar esse cronograma. Um dos motivos que encarecem a obra, orçada em 11 bilhões de dólares, é a diferença de 800 metros de altitude entre Rio de Janeiro e São Paulo, que exige uma infra-estrutura mais complexa, com pontes e viadutos.
Novo traçado
A implementação desses projetos está dando fôlego à indústria de equipamentos metroferroviários. A importação de trilhos deve fechar 2008 com um recorde: 170 milhões de dólares, valor mais de sete vezes acima do registrado em 1997. "Antes, só se importava para reposição. Agora, há tanta demanda que é possível que as empresas voltem a se interessar por fabricar trilhos no Brasil", afirma Welber Barral, secretário de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O mercado de vagões e locomotivas também ressurgiu com os investimentos. Entre 1998 e 2003, produzia-se no Brasil uma média de 700 vagões por ano. Hoje, esse número encontra-se na marca de 5 000 unidades.

Apesar de as obras ferroviárias estarem finalmente saindo do papel, ainda será necessário muito trabalho para recuperar o tempo perdido. Na avaliação da Agência Nacional dos Transportes Ferroviários (ANTF), a malha deveria ter hoje cerca de 55 000 quilômetros. Segundo as concessionárias, que investiram 14,4 bilhões de reais no sistema entre 1997 e 2007, os avanços poderiam ocorrer de forma mais rápida se o governo fizesse sua parte. Desde a privatização, o Estado destinou apenas 789 milhões de reais para o setor. Isso sem contar a questão das parcerias público-privadas, que ainda não saíram do papel no universo ferroviário. "Não podemos perder este bom momento para acelerar a ampliação do sistema", afirma Rodrigo Vilaça, diretor executivo da ANTF.

INVERSIONES EN MANAUS

INVERSIONES Y PROYECTOS EN MANAUS
Diego Queiroz PROJETOS E INVESTIMENTOS DA AMAZONAS –FECHAMENTO -2008
Em sua 236ª Reunião Ordinária, realizada nesta quinta-feira, 18 de dezembro, o Conselho de Administração da Superintendência da Zona Franca de Manaus (CAS) aprovou 50 projetos industriais e de serviços, entre ações de implantação, ampliação, atualização e diversificação, que totalizam U$ 620,25 milhões em investimentos globais, US$ 194,77 milhões em investimentos fixos e geração de 3.486 postos de trabalho. A pauta avaliada hoje consolida mais um recorde na aprovação de projetos e investimentos para a Zona Franca de Manaus (ZFM).
Com os resultados da reunião, o CAS fecha 2008 com um total de 321 projetos aprovados, um crescimento de 17,15% em relação a 2007, quando foram avaliados 274 projetos. Os projetos aprovados neste ano devem gerar 7.186 empregos diretos em um período de três anos e reforçar as exportações do Pólo Industrial de Manaus (PIM) com mais US$ 838 milhões a partir do primeiro ano de funcionamento das linhas de produção. Entre os projetos aprovados hoje, destacam-se os de implantação das empresas Dataprom, para fabricação de aparelhos de rádio modem para transmissão de dados em banda larga; CR Zongshen do Brasil, para produção de motocicletas até 100 cilindradas e de 100 a 450 cilindradas; e Midea Industrial da Amazônia, para fabricação de condicionadores de ar de corpo único e tipo split.
Também merecem destaque os projetos de diversificação das empresas Foxconn, para produção de televisores com tela de cristal líquido; Jabil, para telefone celular digital; Yasufuku, destinado às partes e peças injetadas plásticas para motocicletas; Sabores Vegetais do Brasil, voltado a extratos aromáticos vegetais para bebidas não alcoólicas; e o projeto de diversificação e ampliação da PST Indústria Eletrônica da Amazônia, para produção de auto-rádios e dispositivo antifurto para motociclet

PIM RECORD DE PRODUCCION

PIM- RECORD DE PRODUCCION 30 MILLARDOS DE DOLARES
12/12/2008
SUFRAMA encerra 2008 com saldo positivo
Juliana Pazuello
Em meio aos desafios enfrentados por um modelo de desenvolvimento regional, a Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) encerra 2008 com saldo positivo. Crescimento do faturamento do pólo industrial, 271 novos projetos industriais e de serviços aprovados até outubro pelo Conselho de Administração da SUFRAMA (CAS), planejamento estratégico debatido e revisado em conjunto com governos e instituições da região, concessão dos benefícios fiscais para as Áreas de Livre Comércio (ALC) de Bonfim e Boa Vista (no Estado de Roraima), realização da quarta Feira Internacional da Amazônia (FIAM 2008) e a definição das próximas em anos ímpares, a partir de 2009, são alguns dos muitos motivos que a autarquia tem a comemorar neste ano que se encerra.
Com um faturamento de U$ 26,47 bilhões até outubro, resultado 26,59% maior comparado ao contabilizado no mesmo período do ano anterior, a expectativa é que o Pólo Industrial de Manaus (PIM) encerre o ano com faturamento recorde de US$ 30 bilhões. As exportações e a geração de postos de trabalho também estiveram em alta ao longo do ano. Em outubro foram registrados mais de 113 mil empregos diretos e as vendas externas alcançaram US$ 1,021 bilhão, volume 18,39% maior em relação ao verificado no mesmo período de 2007.
A aprovação de 271 projetos industriais, sendo 93 de implantação e 178 de diversificação, ampliação e atualização em diferentes segmentos do PIM, até a 235ª reunião do CAS, realizada em outubro, projeta um aumento de 28.309 postos de empregos no pólo industrial, nos próximos três anos, tempo que as empresas têm para implantar seus projetos. Atualmente, o parque fabril incentivado tem 557 fábricas, com projetos aprovados e em atividade.
Na avaliação da superintendente da SUFRAMA, Flávia Grosso, o grande número de projetos aprovados reflete a confiança do empresariado no modelo Zona Franca de Manaus, um fator de extrema relevância diante do atual cenário de crise financeira. “O cenário nos impulsiona a intensificar os esforços voltados para a ampliação da competitividade do PIM, a fim de atrair novos investimentos e propiciar o aumento da geração de emprego e renda para a população”, destaca a superintendente.
A crise econômica mundial ainda não mostrou fortes impactos nas empresas do pólo. Segundo o coordenador geral de Acompanhamento de Projetos Industriais da SUFRAMA, Gustavo Igrejas, as empresas estão tomando medidas cautelares, face à preocupação de que a restrição de crédito no mercado venha a impactar a demanda pelos principais produtos fabricados no PIM, e que dependem de financiamento. “Esta cautela é que, em alguns setores, está acarretando em férias coletivas extemporâneas, já que as mesmas ocorrem tradicionalmente no final do ano”, aponta o coordenador.
Planejamento revisado
Por intermédio de seminários e debates realizados nos Estados de sua área de atuação, que envolveram governos e representantes de instituições diversas, a autarquia revisou o seu planjamento estratégico. O conjunto de ações para os próximos anos, portanto, estará mais alinhado às potencialidades e às políticas estaduais de desenvolvimento. Além dos técnicos da Superintendência, também estiveram envolvidos pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), com a qual firmou convênio para a realização do trabalho, e especialistas de outras instituições de ensino e pesquisa referências no País.
Interiorização do Desenvolvimento
Com o descontigenciamento de parte de seus recursos em 2007, a SUFRAMA firmou 187 convênios com governos estaduais e municipais e instituições de ensino e pesquisa, somando investimento de R$ 192,2 milhões. Esses convênios, que entraram em execução neste ano, visam dinamizar a economia da Amazônia Ocidental (Acre, Amazonas, Roraima, Rondônia) e as ALCs de Macapá e Santana, no Estado do Amapá.
Na área de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I), estão em processo de formalização convênios que visam atender projetos de fortalecimento do sistema local, beneficiando o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) e Centro de Ciência, Tecnologia e Inovação do Pólo Industrial de Manaus (CT-PIM). Também serão contemplados projetos de estados e munícipios, com recursos de emendas parlamentares no valor aproximado de R$ 25 milhões.
ALCs de Roraima
Outra conquista importante deste ano foi a aprovação das ALCs de Bonfim e Boa Vista, que possibilita a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) para as empresas devidamente habilitadas no Cadastro Geral de Pessoas Jurídicas (Lei nº. 4.503, de 30 de novembro de 1964) e SUFRAMA. Consideradas estratégicas para o fortalecimento da economia de Roraima e para o incremento das relações com os países vizinhos, as duas novas ALCs abrangem toda a extensão desses municípios, com exceção das reservas indígenas. Além da isenção do ICMS, estão inclusas as isenções do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto de Importação (II).